Livro: Água para elefantes
Editora: Arqueiro

Nota:


Sinopse - Desde que perdeu sua esposa, Jacob Jankowski vive numa casa de repouso, cercado por senhoras simpáticas, enfermeiras solícitas e fantasmas do passado. Por 70 anos Jacob guardou um segredo. Ele nunca falou a ninguém sobre os anos de sua juventude em que trabalhou no circo. Até agora. Aos 23 anos, Jacob era um estudante de veterinária. Mas sua sorte muda quando seus pais morrem num acidente de carro. Órfão, sem dinheiro e sem ter para onde ir, ele deixa a faculdade antes de prestar os exames finais e acaba pulando em um trem em movimento - o Esquadrão Voador do circo Irmãos Benzini, o Maior Espetáculo da Terra. Admitido para cuidar dos animais, Jacob sofrerá nas mãos do Tio Al, o empresário tirano do circo, e de August, o ora encantador, ora intratável chefe do setor dos animais. É também sob as lonas dos Irmãos Benzini que Jacob vai se apaixonar duas vezes: primeiro por Marlena, a bela estrela do número dos cavalos e esposa de August, e depois por Rosie, a elefanta aparentemente estúpida que deveria ser a salvação do circo.



Em um dos livros que li aprendi que amor não é só por uma pessoa que você pode sentir, pode ser por um animal, um objeto, um lugar, etc; e esse livro me mostrou um desses amor variados que foi o amor pelo circo.

Já assisti o filme diversas vezes e amei, mas não é nem a metade do livro e fiquei totalmente sem palavras ao finalizar essa leitura.

Sara aborda a vida circense com todo o encanto que os espectadores vêem, mas também o que tem nos "bastidores" do circo. Aborda a tirania dos chefes, a divisão das classes de trabalhadores, a frieza no trato com os animais que sofrem maus tratos e outras atrocidades.

O amor que conheceram com a história do velho Jacob é emocionante, a forma como se destaca o sentimento de uma forma sublime e encantadora.

Um romance encantador que mostra até onde vai um homem apaixonado por uma mulher e também o amor que um animal consegui conquistar mesmo quando não conseguimos compreendê-lo de início.



Um Comentário

  1. O filme desse livro só lembra a minha. Ela ficou um tempão falando o quanto é emocionante essa história, mas eu nunca tomei vergonha na cara e assisti hahaha! Acho que ando sem estruturas para histórias onde animais são maltratados, preciso de toda uma preparação psicológica para lidar com algumas cenas de maltrato.

    *Blog lindo, ganhou mais uma seguidora*

    Abraços,
    Karina do blog Eu e Minha Cultura.

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