A história é narrada no presente e no passado por duas vozes ativas a de Mary Grace e Chaya.


Mary Grace Davison é uma dama vitoriana de pele clara, cabelos escuros e olhos verdes e nascida da linhagem dos Atalaias.

Anton Haven alto e esguio, cabelos negros, pele branca feito leite com pequenas sardas claras perto dos olhos e nariz, os olhos negros mas que conforme a luz do sol refletia podia se ver um toque de violeta nas bordas e nascido da linhagem dos celtas.

Chaya é um querubim cabelos cor de fogo magnífica em todo o seu esplendor só não consegue entender o amor que o Senhor tem pelos seres humanos.

Voughan um estalajadeiro, Atalaia, cabelos longos trançados que se torna ajudará Chaya em sua missão.





"A justiça é o meu código, é o que sou, é minha razão de existir. Entretanto, não sei mais como fazê-la sem que lágrimas em chamas queimem meus olhos e coração. Porque, sim, eu tenho um, e ele sangra agora mesmo" (pag. 10)

Chaya é mandada a Terra para fazer uma inserção em Kernev e ajudar os cidadãos que estão sendo consumidos pelos druidas em seus rituais, ela não se alegra com essa missão pois não gosta dos humanos. Com a sua convivência na Terra e sendo obrigada a lidar com os humanos diariamente vai entender suas limitações e começará a entender tal sentimento mudando sua opinião.

Com a ajuda do estalajadeiro de onde Chaya se hospedou começa a cumprir a sua missão de abrir os olhos do povo para a matança que os druidas tem realizado na cidade e para a guerra que está por vir e começa a ajudar o povo a lutar por suas vidas e pela liberdade da cidade e com a concretização da primeira etapa de sua missão tem que consolidar seus ensinamentos para que Kernev possa andar com as próprias pernas e dar início a uma descendência de Atalaias.


"Sempre era um embate entre nós. Não havia como ser diferente. Era como misturar a cor mais reluzente da paleta com o tom mais forte e escuro, é necessário muito trabalho e uma nuance vai lutar até o fim para sobrepujar a outra. E o resultado? Nem sempre o esperado."(pag. 18)

Mary Grace é uma dama vitoriana que vive em Londres e tem olhos abertos para o mundo espiritual que chega a considerar uma maldição devido a ver tantos demônios atormentando a vida das pessoas e não poder fazer nada, pelo menos é o que ela pensava até Anton entrar em sua vida e fazê-la entender que o que ela possui é um dom que já vem da geração de Atalaias da família dela. Anton é de descendência celta e sua família vem realizando rituais que a muito tempo não fora usado com o intuito de converter Mary Grace para os celtas para retomarem o poder, só que Mr e Mrs Haven não contavam com a interferência do filho que decidiu não compactuar mais com as atrocidades que os pais realizam renunciando a tudo o que a sua descendência fornecia.

O livro tem uma narrativa envolvente que te prende do início ao fim com uma história linda que além de tudo nos traz uma lição de que independente da cultura que nascemos, de como fomos criados, do que fomos ensinados a fazer, do que foi ensinado sobre o bem e o mal quem decide se tudo isso é certo ou errado somos nós, somos nós que decidimos que caminho seguir se é o do bem ou do mal. A autora está de parabéns pelo ótimo trabalho com um enredo bem desenvolvido e bem descritivo e o todo, continue assim você conquistou minha admiração com a sua simpatia e harmonia e agora com sua escrita e que venham novas histórias.


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Espero que tenham gostado deixem seus comentários...
Beijos da Coruja


2 Comentários

  1. Ual amei a resenha Nat, bom vc sabe que recebi tbm esse livro mas ainda não tive tempo de le-lo espero ler logo sua resenha me deixou ainda mais curiosa e de fato a autora é um encanto merece toda nossa torcida e admiração...

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